sexta-feira, agosto 16, 2013

Sondagem na ALFABETIZAÇÃO!

A sondagem é um dos recursos de que o professor alfabetizador no 1° e 2° ANO dispõem para conhecer as hipóteses que os alunos ainda não alfabetizados possuem sobre a escrita alfabética e o sistema de escrita de uma forma geral. 
Ela também representa um momento no qual os alunos têm a oportunidade de refletir sobre aquilo que escrevem, com sua ajuda. A realização periódica de sondagens é também um instrumento para seu planejamento, pois permite que você avalie e acompanhe os avanços da turma com relação à aquisição da base alfabética, além de lhe fornecer informações preciosas para o planejamento das atividades de leitura e de escrita, assim como para a definição das parcerias de trabalho entre os alunos (agrupamentos) e para que você faça boas intervenções no grupo.

Mas o que é uma sondagem? 
É uma atividade de escrita que envolve, num primeiro momento, a produção espontânea pelos alunos de uma lista de palavras sem apoio de outras fontes escritas. Ela pode ou não envolver a escrita de frases simples. É uma situação de escrita que deve, necessariamente, ser seguida da leitura pelo aluno daquilo que ele escreveu. Por meio da leitura, você poderá observar se o aluno estabeleceu ou não relações entre aquilo que ele escreveu e aquilo que ele lê em voz alta, ou seja, entre a fala e a escrita.


Ditado para sondagem na alfabetização


Ano 
1º e 2º ano 

Tempo estimado:
Uma aula.

Tematização
Você deve realizar a primeira sondagem no início do período letivo e, depois, ao fim de cada bimestre, mantendo um registro criterioso do processo de evolução das hipóteses de escrita das crianças. Ao mesmo tempo, é fundamental uma observação cotidiana e atenta do percurso dos alunos.

Introdução 
Nos primeiros dias de aula, o professor alfabetizador tem uma tarefa imprescindível: descobrir o que cada aluno sabe sobre o sistema de escrita. É a chamada sondagem inicial (ou diagnóstico da turma), que permite identificar quais hipóteses sobre a língua escrita as crianças têm e com isso adequar o planejamento das aulas de acordo com as necessidades de aprendizagem. 

Tematização 
Por que devemos fazer o diagnóstico inicial das hipóteses de escrita dos alunos? 
Além de objetivos práticos como a organização de parcerias produtivas de trabalho e o acompanhamento da evolução dos alunos, a realização da sondagem pressupõe um respeito intelectual do professor em relação ao conhecimento do aluno. Significa assumir que os alunos pensam sobre a língua escrita - formulando hipóteses sobre o seu funcionamento - e que é primordial para o desenvolvimento de um bom trabalho conhecer detalhadamente o que eles pensam sobre o sistema alfabético. 

Objetivo 
Escrever uma lista de palavras e uma frase, ditadas pelo professor, colocando em jogo todos os conhecimentos disponíveis 

Tematização
A sondagem não é um momento para ensinar conteúdos e sim para o aluno mostrar ao professor o que pensa sobre o sistema alfabético de escrita. Portanto, o único objetivo dessa atividade é fazer com que os alunos escrevam da maneira como acreditam que as palavras devem ser escritas. 

Material necessário 
Papel e lápis. 

Desenvolvimento 
Atividade deve ser feita individualmente. Chame um aluno por vez e explique que ele deve tentar escrever algumas palavras e uma frase que você vai ditar. Escolha palavras do mesmo campo semântico, como por exemplo: lista das comidas de uma festa de aniversário, frutas, animais etc. 

O ditado deve ser iniciado por uma palavra polissílaba, seguida de uma trissílaba, de uma dissílaba e, por último, de uma monossílaba. Ao ditar, NÃO marque a separação das sílabas, pronunciando normalmente as palavras. Após a lista, é preciso ditar uma frase que envolva pelo menos uma das palavras já mencionadas, para poder observar se o aluno volta a escrevê-la de forma semelhante, ou seja, se a escrita da palavra permanece estável mesmo num contexto diferente. 

Tematização
A escolha das palavras do ditado deve ser muito cuidadosa. Evite palavras que tenham vogais repetidas em sílabas próximas, como ABACAXI, por exemplo, por causar um grande conflito para as crianças que estão entrando no Ensino Fundamental, cuja hipótese de escrita talvez faça com que creiam ser impossível escrever algo com duas ou mais letras iguais. Por exemplo: um aluno com hipótese silábica com valor sonoro convencional, que utiliza vogais, precisaria escrever AAAI. Os monossílabos ficam para o fim do ditado. Esse cuidado deve ser tomado porque, no caso de as crianças escreverem segundo a hipótese do número mínimo de letras, poderão se recusar a escrever se tiverem de começar por ele. 

Confira 3 sugestões de grupos de palavras e frases para o ditado:

Sugestão 1
CENTOPEIA 
JOANINHA 
FORMIGA 
MINHOCA 
ABELHA 
LESMA 
GRILO
RÃ

A FORMIGA MORA NO JARDIM.

Sugestão 2 
MUSSARELA 
ESCAROLA 
TOMATE 
PALMITO 
PRESUNTO 
ALHO 
ATUM 

COMEMOS PIZZA DE MUSSARELA COM TOMATE.

Sugestão 3
REFRIGERANTE 
MORTADELA 
PRESUNTO 
MANTEIGA 
QUEIJO 
SUCO 
PÃO 

NO LANCHE DE HOJE TEREMOS PÃO COM MORTADELA.

Fique atento às reações dos alunos enquanto escrevem e anote o que eles falam, sobretudo de forma espontânea, isso pode ajudar a perceber quais as ideias deles sobre o sistema de escrita. 

A cada palavra ditada, peça para que o aluno leia em voz alta o que acabou de escrever. 

Tematização
É imprescindível pedir que a criança leia o que escreveu. Por meio da interpretação dela sobre a própria escrita, durante a leitura, é que se pode observar se ela estabelece ou não relações entre o que escreveu e o que lê em voz alta - ou seja, entre o falado e o escrito - ou se lê aleatoriamente. 

Anote em uma folha à parte como o aluno faz a leitura, se aponta com o dedo cada uma das letras, se lê sem se deter em cada uma das partes, se associa aquilo que fala à escrita, em que sentido faz a leitura etc. 

Avaliação 
Finalmente, analise qual hipótese de escrita o aluno demonstrou na atividade. 

Hipóteses de escrita mais comuns: 

Pré-silábica, sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras. O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de "escritos" (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras. A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito. 

Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra, mas não entre as palavras. A leitura do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito. 

Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra e entre as palavras (variação qualitativa intrafigural e interfigural). Neste nível, o aluno considera que coisas diferentes devem ser escritas de forma diferente. A leitura do escrito continua global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito. 

Silábica com letras não pertinentes ou sem valor sonoro convencional. Cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada. 

Silábica com vogais pertinentes ou com valor sonoro convencional de vogais. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, representada pela vogal. A leitura é silabada. 

Silábica com consoantes pertinentes ou com valor sonoro convencional de consoantes. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, representada pela consoante. A leitura é silabada. 

Silábica com vogais e consoantes pertinentes. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, representada ora pela vogal, ora pela consoante. A leitura é silabada. 

Silábico-alfabética. Este nível marca a transição do aluno da hipótese silábica para a hipótese alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas. 

Alfabética inicial. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba. Agora, falta-lhe dominar as convenções ortográficas. 

Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba e também domina as convenções ortográficas.

terça-feira, agosto 13, 2013

Pedagogia das Cores

Solange Depera Gelles, pedagoga, escritora e terapeuta das cores, desenvolveu a Pedagogia das Cores, levando para o ambiente escolar o estímulo colorido.

Conheça o  site  www.pedagogiadascores.com.br/ 

Os objetivos da Pedagogia das Cores são:

*Trazer ao educando a possibilidade de uma mente sã e produtiva que interage com o meio de dentro para fora.

*Facilitar o aprendizado e um comportamento adequado ao meio que está inserido.

*Facilitar a socialização do educando, preparando-o para a vida em sociedade.

Solange realiza atendimento pedagógico a educandos, palestras, orientação para professores e pais.

Livros publicados: Em coma (2009) e 

Manual da Pedagogia das Cores(2011), 
o qual está sendo sorteado aqui neste blog.



*Na barra lateral a esquerda você encontra o formulário de inscrição para concorrer.Participe!

domingo, agosto 11, 2013

Presente para Você!Sorteio Festivo!Confira Aqui!

Olá amigos seguidores, visitantes, pais,
 professores, estudantes e demais interessados. 
Neste ano completamos dois anos de Blog com muitas conquistas e aprendizados.
Deus nos tem dado esta grata e feliz oportunidade de nos encontrarmos neste espaço interativo e nada mais gratificante que acreditar e incentivar a prática de  leitura, teorias e estratégias pedagógicas, nosso objetivo maior.
Trago neste momento uma alegria multicolorida, 
embalada numa forma de poder realizar um 
sorteio comemorativo  
pelos dois anos deste BLOG e 

Serão dois livros autografados pela autora,
Solange Depera Gelles.
Um para ser sorteado em cada BLOG.
MANUAL DA PEDAGOGIA DAS CORES 
2ª EDIÇÃO 

Pedagoga e Escritora conheci Solange neste mundo virtual, pesquisando sobre o tema que muito me cativa.
Gentilmente se colocou a nossa disposição e aqui está patrocinando e nos possibilitando este sorteio.

http://www.pedagogiadascores.com.br/ , é o site para você  conhecer um pouco mais de seu trabalho.


Informações sobre:
-inscrição,
-regulamento,
-data de sorteio e 
-premiação 
serão divulgados 
na próxima semana.
Fiquem atentos e participem.

sexta-feira, agosto 02, 2013

Folclore/Brinquedos e Brincadeiras


No mês do folclore se resgata um pouco de nossas histórias e festividades populares.Também há o encontro de gerações e pode-se aproveitar para um encontro nas famílias para conversas, leituras, escritas e brincadeiras que surgiram e surgem ao longo do tempo.
Quero trabalhar este tem com os aprendizes na classe de reforço escolar e encontrei no sites http://www.tocadacotia.com e http://lucialuz-luz.blogspot.com.br este material reflexivo e rico de informações.Compartilho e tenha bom proveito.
(Rosangela Vali)
Brincadeiras que Faziam Sucesso antes da TV Existir
Com o “advento televisivo” surgiu  uma geração molenga e preguiçosa, que hoje é chamada tecnicamente de sedentária. A maioria de nossas crianças trocaram a diversão, o contato visual, físico e pessoal com seus amigos e colegas por horas atrás de um objeto que transmitia imagens, algo mais confortável, tanto para eles quanto para os pais, que agora podiam se preocupar menos, só que o que eles não sabiam é que dessa forma estavam perdendo a maior parte da diversão. Nessa lista elaboramos uma série de brincadeiras antigas que alguns de nós e nossos pais certamente se recordarão, confira:

Piques
Essa modalidade engloba todas suas variâncias: havia o pique-pega, onde as geralmente mais de cinco crianças corriam sem rumo, fugindo de um que “tava com ele”, esse vinha e tentava tocar nos demais, e quando conseguia, era a vez desse correr atrás de outro na tentativa de transferir isso, dizendo: “ta com você!”. Nota que havia sempre um espertinho que não aceitava e quando não havia muitos olhando, dizia que o outro não tinha encostado nele.

Pique-esconde: 
Talvez a modalidade mais divertida. Antes de começar, dependendo da quantidade de participantes, todos faziam uma roda e cada um colocava um número com os dedos da mão, depois alguém fazia uma soma e começava a contar e em quem parasse a contagem, esse começava a contar virado de costas para os demais e debruçado em uma parede até certo número enquanto todos os outros se escondiam. Os mais espertinhos sempre davam uma sondada enquanto contavam, mas havia aqueles que já se escondiam atrás do que estava contando para bater seu nome dizendo “1,2,3… fulano”. Normalmente pra ficar mais interessante costumava ser o próximo a contar aquele que fosse rebatido por último, era uma corrida alucinante até à base do pique para bater seu nome que só quem brincava sabe.


Pique-cola: 
Quando o “pegador” tocava em alguém nessa brincadeira ele ficava imobilizado, colado ao chão, até que um de seus amigos o ajudasse tocando-o com as mãos. Bem parecido com esse era o pique-ajuda, onde a única diferença era que o ajudador tinha que passar por debaixo de seu colega.

Amarelinha
A mais famosa brincadeira de rua, que já divertiu muitas gerações. As crianças precisavam pular as casas com números desenhados no chão sem pisar nas linhas e evitando a casa com a pedrinha. Podia ser jogado de diferentes formas, geralmente em grupo.

Seu Mestre Mandou
Uma brincadeira bem legal, onde o mestre era o que mais se divertia. O grupo é quem definia de alguma forma quem o seria e quando ele dissesse: “Seu mestre mandou…” todos perguntavam: “fazer o quê?” e o mestre inventava alguma tarefa para o grupo, como achar uma flor, algo de alguma cor. O participante que conseguisse realizar o maior número de tarefas seria o novo mestre na outra rodada.

Estátua
Uma competição onde todos tinham que ficar imobilizados numa posição depois de ouvir “estátua não anda, estátua não mexe, estátua!”. Ganhava aquele que conseguisse ficar até o final parado na posição escolhida.

Cinco Marias
Podiam ser cinco pedrinhas, cinco bolinhas, cinco saquinhos preenchidos com areia, alguma coisa do tipo, que era jogada para cima e o participante tinha que pegar outro objeto antes que o primeiro caísse no chão e assim até conseguir jogar quatro saquinhos para cima e pegar o que resta no chão. Podia ser jogada em grupo ou individualmente.

Carrinho de Rolimã
Uma obra prima da engenharia mirim! O carrinho de rolimã tinha muitas formas diferentes e duas opções de eixo, com quatro ou três rodinhas, pois na frente era possível fazê-lo com uma única no meio ou duas em cada ponta. Ficava mais divertido quando a rolimã ia se desgastando e então ele começava a derrapar nas descidas.

Descer de Papelão de um Barranco
Uma alternativa para quem queria brincar de carrinho de rolimã, mas não encontrava um asfalto por perto.

Pião
Rodar Pião
Um objeto de madeira com um prego no meio que rodava depois de ser enrolado por uma corda e lançado ao chão. Os mais habilidosos conseguiam pegá-lo na mão rodando prensando a ponta de prego com dois dedos. Logo depois ele sofreu algumas modernizações quando as marcas começaram a produzir modelos de plástico, até que chegou ao mercado as “Beyblades”, febre viral dos anos de 2002 e 2003, divertidas, mas não tão cheias de história.

Cabo de Guerra
Brincadeira onde duas equipes se dividiam com a mesma quantidade para cada lado, e faziam força, para tentar derrubar a equipe adversária. Em competições mais crescidas da brincadeira, isso é feito onde há lama no meio, como em trotes universitários.

Dança das Cadeiras
Havia uma cadeira a menos no começo da brincadeira e os participantes tinham que disputar por ela a qualquer custo caminhando ou dançando ao redor delas e se sentando assim que a música parasse, quem ficasse de pé ia sendo eliminado até que restasse apenas uma cadeira para os dois finalistas.

Bilboquê
O clássico brinquedo do Chaves. Onde uma lata era amarrada por uma corda a um cabo de vassoura, por exemplo, e o objetivo era encaixá-la ali.

Pé de Lata
Bastava duas latas de leite em pó geralmente, com cordas amarradas em furos feitos nela para que as crianças pudessem andar sobre elas, suspensas.

Pular Corda
Em grupo ou individualmente. Quando em grupo, normalmente ficava um em cada ponta segurando a corda e girando-a, para que um ou mais participantes pudessem pulá-la, quem não conseguisse, era eliminado.

Bambolê
Brincadeira unissex, mas que todo garoto que brincava costumava ser bem zoado. O objetivo era rodar um arco na cintura pelo maior tempo possível.

Telefone sem Fio

O grupo deve formar uma roda e escolher o iniciante, aquele que vai falar a frase (ou uma noticia, uma informação) ao primeiro da roda.Cada um deve falar no ouvido do outro a mensagem recebida. No final, o ultimo comunica ao grupo a mensagem e todos podem comprovar que: “Quem conta um conto, aumenta um ponto.”.

O telefone sem fio é uma brincadeira muito engraçada que, além de divertir, nos ensina que, muitas vezes, perdemos nosso tempo com fofocas desnecessárias, que não acrescentam nada; pelo contrário, só diminuem o valor que temos como cidadãos.

Escravos de Jó

As pessoas cantam a música (escravos de Jó, jogavam caxangá, tira, bota, deixa ficar, guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá). Cada um com uma latinha, pedrinha ou um bombom na mão e vai seguindo o que diz a música.


Batata quente

                              
As pessoas ficam em círculo e alguém fica de fora e de costas para o grupo. Passem uma bola bem rápida de mão em mão e quem estiver fora diz: “batata quente,quente,quente,queimou!”, a pessoa que estiver com a bola quando parar no queimou é eliminada.

Passa anel
O grupo deve está sentado em círculo.
Um participante será o passador, que terá nas mãos um anel ou um objeto pequeno qualquer.
O passador vai passando de mão em mão até deixar o anel com um dos participantes. Todos os demais participantes ficarão com as mãos juntas e não abrirão até que se identifique com quem está o anel.
Depois de ter passado em todas as mãos, ele pergunta: - com quem está o anel? E todos, sem abrirem as mãos, devem tentar descobrir, “inclusive, aquele que estiver com o anel”, para tentar confundir os companheiros.
Quem descobrir será o próximo passador.

Arquivo de POSTAGENS:

EU em ENTREVISTA- Educadores Multiplicadores!

Mimo no BONIFRATI...



Usando a criatividade,
todo mundo pode pensar diferente.
Que 2 + 2 são dois patinhos.
E até detrás para frente.
Se permitir criar,
Tudo pode mudar.

Seja arte, escrita, música.
Receita, caminho, solução.
O que importa é pôr a mente para funcionar
e dar à luz a imaginação

Melhor ainda, se arriscar.
Tomar coragem e compartilhar.
Deixar vir ao mundo e ao mundo mostrar.

Nada que fica na gaveta,
pode trazer boas coisas para o planeta

Abra a sua caixa secreta.
E mergulhe na mente, a sua biblioteca.
Criar é concretizar ideias.

Linguagem Escrita!

"...a escrita deve ter significado para as crianças, uma necessidade intrínsica deve ser despertada. Nelas, a escrita deve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida. Só então poderemos estar certos de que ela se desenvolverá não como hábito de mão e dedos, mas como uma forma nova e complexa de linguagem".
Vygotsky.

Professores!

A arte torna o trabalho educativo interessante, atraente e sedutor. Para tornar os alunos mais sensíveis e despertá-los para um mundo novo de sensações, o talento e a flexibilidade do professor, da sua arte, dependerá o êxito da sua missão.

Alegria....alegria!

ALFABETIZAÇÃO

O processo de alfabetizar é apaixonante,
antes de tudo é um ato de amor,
coragem e persistência. Pelo simples e
talvez o mais gratificante fato
de permitir ao ser pensante a liberdade
de construção da sua própria história.






CONSULTE o IDEB 2014.É só clicar no selinho ou no link.Conte comigo!

SELINHOS 2012! Obrigada!

Da amiga Leila Bambino!

Glitter Photos
Ganhei da amiga Claudia! Obrigada.
Glitter Photos
Da amiga GISELA.Obrigada!
Da amiga Viviane,Obrigada!
SELINHO A RECEBER... selo4 Glitter Photos Glitter Photos
Selinho pra você!Glitter PhotosSelinho Amigo a todos os Parceiros do Blog "Educando Com Amor"...
Selinho Compartilhado
da Parceira BIA!
Espaço para Educação
Obrigada Amiga Gracita!
Obrigada Amiga Adriana!

Torcedora FELIZ! Bom D +!

TORCEDORA APAIXONADA!

Vida Divina! Vida Cotidiana!

Kids
See full size image Imagem15 300x183 A ESCOLA DE ATENÇÃO ÀS DIFFERENÇAS

Orar...refletir...imagens que dizem!

ORAÇÃO pela Saúde:
Senhor Deus de amor,Pai de bondade,nós vos louvamos e agradecemospelo dom da vida,pelo amor com que cuidais de toda a criação.Vosso Filho Jesus Cristo,em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo,e que a saúde se difunda sobre a Terra.Amém.






Gratidão e Interação!