quinta-feira, janeiro 05, 2012

Convite! Sorteio Tentador!


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Divulgação em parceria: Professor(a): 200 ou 220 dias letivos? Vamos nos mobilizar!


Se você é Professor(a), 

da Rede Pública ou Particular, LEIA com Atenção!!! 

O ministro da Educação Fernando Haddad solicitou uma pesquisa científica sobre o aumento do número de horas do aluno na Escola e sua correlação com o aumento do Rendimento Escolar. No dia 21 de setembro (21/09/11) ele apresentou os resultados à imprensa, pois deseja um Grande Debate sobre o Assunto. A pesquisa realizada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo revelou que mais tempo (mais horas) na Escola leva a uma melhoria dos resultados do aluno na aprendizagem e nas avaliações (ENEM, SAEB, etc.). Até aí nenhuma surpresa, pois vários países desenvolvidos têm uma carga horária anual maior do que a brasileira e têm resultados melhores. O que vêm a seguir é que é preocupante. Diante do resultado deste estudo, Ricardo Paes de Barros, subsecretário que coordenou a pesquisa apontou alternativas (que seriam, na verdade, Propostas) ao ministro: Proposta 1 O Estudo de Ricardo Paes de Barros mostrou que um bom professo rem sala de aula tem o impacto de 9,6 pontos no Saeb, 20 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e 68% de melhoria do desempenho do aluno. Mostrou também que a melhoria dos resultados acadêmicos pode ser feita com adiminuição das faltas dos alunos e dos professores durante o ano letivo. Esta proposta implica: a) criar programas de formação e projetos de incentivo aos docentes, para que mais bem remunerados, preparados e motivados, possam faltar menos e dar melhores aulas; b) modificar a atual LDB, diminuindo o percentual máximo permitido de faltas aos alunos (25%); c) Reduzir o número de faltas, abonos e licenças permitidas por lei aos docentes.
A Proposta 1 requer modificação na legislação educacional e investimentos em Salários e em Programas de Formação Continuada para os Docentes (Formação Profissional, Especialização, Mestrado e Doutorado). Proposta 2 Paes de Barros aponta que a Diminuição do número de alunos em Sala potencializa o rendimento de todos, ao permitir que os Docentes tenham mais tempo para auxiliar os alunos que apresentarem dificuldades. Nesta proposta: 
 a) estabelecer qual é o número mínimo de alunos por sala e série;
 b) ampliar o número de salas e, consequentemente, de escolas; 
 c) criar incentivos para a carreira docente, pois mais salas e mais escolas demandarão mais professores mais bem preparados (hoje, desestimulados, muitos estão deixando a carreira docente). 
A Proposta 2 demanda investimento em infraestrutura e investimento no profissional da educação (Salários e Capacitação). Se a carreira docente for valorizada, atrairá e manterá nela os mais capacitados. 
Proposta 3 Aumento do número de horas diárias do aluno na Escola. Essa proposta segue o modelo europeu (período integral) e implica em alguns investimentos: 
a) melhorar as cantinas escolares para que possam servir almoço aos alunos; 
b)readequação do currículo para que todo o período de permanência seja bem aproveitado; 
c) maior número de salas de aulas (hoje, os alunos do matutino e vespertino utilizam as mesmas salas); 
d) readequação e aumento da carga horária dos professores (o professor receberia o valor das aulas adicionais); 
e)aumento dos espaços esportivos e culturais da Escola (necessidades de uma Escola de Tempo Integral). Ou seja, a Proposta 3 requer significativos investimentos em infraestrutura. 

Entretanto, o aumento do salário dos professores seria apenas em função do aumento do trabalho (mais aulas, mais remuneração) e não de um aumento real no valor da hora/aula. É verdade que a Escola de Tempo Integral é um modelo seguido na Europa, mas lá o professor recebe melhores salários (quando comparados com outros profissionais de formação superior) do que aqui. Proposta 4 Aumento dos dias letivos. Dos atuais 200 para 220 dias letivos.Sendo subsecretário da Secretaria de Assuntos Estratégicos da presidência, Paes de Barros julga ser essa a alternativa mais atraente e interessante ao governo pois praticamente não haverá nenhum custo para os cofres públicos. Na prática, esta Proposta levará: a) a um aumento dos dias letivos em detrimento de sábados e feriados; b) aumento da jornada de trabalho (em dias) sem o consequente aumento da remuneração (pois o governo já divide o salário anual em doze meses + o décimo terceiro); c) diminuição dos dias de recesso e férias docentes. 
A Proposta 4 não requer do Governo praticamente nenhum investimento – só uma mudança na Lei. Já para o docente, significa mais dias de trabalho, mais matéria a ser lecionada e mais avaliações, provas e trabalhos para corrigir e nenhum aumento ou remuneração adicional. Para o aluno, mais matéria, mais pressão por resultados e menos dias livres em casa. Fique Atento e Pense Corretamente como PROFESSOR O Governo tem a intenção, segundo o ministro, de realizar um DEBATE com a SOCIEDADE para, em seguida, implementar a medida – aumento para 220 dias letivos. 
Proposta 1 - Investir na Formação e Salários dos Professores e Diminuir a permissão para Faltas (docentes e discentes). 
Proposta 2 - Menos alunos por Sala e Professores melhor Preparados e Melhor Remunerados. 
Proposta 3 - Escola de Tempo Integral (ainda precisa de muitos ajustes, mas levará o governo à necessidade de INVESTIR muito para sua implantação). 
Proposta 4 - Aumento do número de dias letivos de 200 para 220. CUIDADO, Professor Como mais UMA PROVA de que o Governo não quer INVESTIR em Educação, o subsecretário da Pasta já está indicando o aumento dos dias como a MELHOR proposta para o GOVERNO. Isso é ÓBVIO, pois é a única alternativa que não requer investimentos. O Governo tentará neste DEBATE jogar a população contra os professores que se opuserem aos 220 dias (Alternativa 4). Mas na verdade, NÓS PROFESSORES sabemos que aumentar para 220 dias não vai mudar em NADA o quadro atual de descaso com que as autoridades tratam a Educação. Além disso, a proposta de aumento dos Dias Letivos é a única que não apresentará nenhuma contrapartida positiva para o DOCENTE. Existem, ainda, outras PROPOSTAS com melhores OPÇÕES . Diga isso aos seus colegas e diretores. Diga isso aos seus vizinhos. Diga isso aos seus ALUNOS, sejam eles do Ensino Fundamental, do ENSINO MÉDIO, do Ensino Superior, da Pós Graduação, do Mestrado ou do Doutorado. TODOS OS PROFESSORES DEVEM SE UNIR neste Debate, exigindo ao Governo que aumente os INVESTIMENTOS na Educação do País. É fato que Todos os Professores Conscientes querem MUDANÇAS na Educação. Mas queremos MUDANÇAS que realmente façam a DIFERENÇA, que AUMENTEM a QUALIDADE do Ensino e que FAÇAM o governo Investir naquilo que é mais precioso – a Educação de nossas Crianças. NÃO ACEITE OS 220 DIAS. Os 220 dias serão um ENGODO para que o GOVERNO não gaste e não invista mais. Queridos Professores e Professoras da rede Pública e Particular, de todos os níveis: Sejam conscientes - Repassem este E-mail a todos os Docentes e Educadores que vocês Conhecem. Abaixo, a notícia e a reportagem disponível na Internet 21/09/2011 - MEC apresenta proposta para deixar aluno mais 20 dias por ano na escola O ministro da Educação, Fernando Haddad, apresentou nesta quarta-feira (21) em Brasília o resultado de uma pesquisa que levou o MEC a avaliar o aumento de até quatro semanas no calendário letivo da educação básica do país no sistema público e privado. Atualmente, o Brasil tem 200 dias, como prevê a Lei de Diretrizes e Bases (nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996) no ano letivo e carga horária de 800 horas. O ministro propõe um amplo debate sobre a ampliação da carga horária escolar para 220 dias ao ano. “Sempre que o MEC se vê diante de uma evidência forte que algo pode melhorar a partir da descoberta de um estudo temos que perseguir este objetivo”, disse Haddad. O ministro vai discutir a proposta com secretários de educação estaduais e municipais. Ele espera concluir o debate este ano para que a proposta seja encaminhada ao Congresso Nacional em 2012 para votação. “Nenhum país com bom desempenho tem uma carga horária de 800 horas”, disse o ministro. “O Chile tem carga de 1.200 horas por ano e o nosso desempenho hoje é equivalente ao que o Chile tinha no ano 2000.” A pesquisa coordenada por Ricardo Paes de Barros, subsecretário da Secretaria de Asssuntos Estratégicos da presidência, mostrou que dez dias a mais de aula aumentam em 44% o aprendizado dos alunos e em sete pontos a nota dos estudantes no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Essa melhoria pode ser atingida aumentando a exposição do aluno ao conhecimento. Segundo o pesquisador, o aumento da exposição pode ser feito com ampliação da jornada diária e com a diminuição das faltas dos alunos e dos professores durante o ano letivo. Mas a alternativa mais atraente, segundo Barros, é a que tem o menor custo. “Em termos de custo é melhor porque na outra alternativa (mais horas/aula por dia ou menos alunos por sala) você precisa aumentar o espaço na escola colocando restaurantes e espaços esportivos.” A outra variável que provoca melhora é a qualidade do professor. “Tem um enorme impacto entre se consultar um bom ou um mau médico. Com o professor também é assim, mas a gente não valoriza a profissão e deixa o profissional mais experiente migrar para a rede privada”, destacou o pesquisador. Ainda de acordo com ele, o impacto no Saeb com professor experiente seria de 3,3 pontos. 

OBS: Notícia recebida de Tamara Faria, enviada por e-mail. 
Fonte desconhecida. Notícia compartilhada do blog da Odete"Serviço Social na Educação". 
Postado em: http://karlakayrone-servicosocialepedagogia.blogspot.com/

Educação!Sempre é bom compartilhar boas ideias de nossos parceiros.Vale a pena conferir!

Dinamizar e inovar para educar melhor

Por Renato Deccache - renato.deccache@folhadirigida.com.br
Crédito: Divulgação
Paty Fonte: “É preciso estar disposto a aprender tanto quanto a ensinar”Certamente, boa parte das causas do rendimento ruim dos alunos brasileiros em sistemas de avaliação e no cotidiano escolar estão ligadas a aspectos que não estão diretamente ligados à atuação do professor. Entre eles, estão a falta de infraestrutura nas escolas, os baixos salários pagos aos educadores, falta de profissionais de apoio pedagógico e operacional e os reduzidos investimentos em ações que propiciem a melhoria da qualidade no ensino.


Mas, ainda com essas e outras dificuldades, muitos professores conseguem ter uma atuação decisiva na formação de milhares de estudantes em todo o país. E os que mais conseguem sucesso nessa empreitada são aqueles que usam a inovação e a criatividade para vencer as adversidades. Esta é uma tarefa que está longe de ser impossível, como ressalta a pedagoga especializada em Pedagogia de Projetos, Patricia Lopes da Fonte.


Mais conhecida como Paty Fonte, ela é autora do livro Projetos Pedagógicos Dinâmicos: a paixão de educar e o desafio de inovar, obra em que apresenta sugestões aos professores sobre como tornar suas aulas mais interessantes, mesmo em condições muito distantes das ideais para o ensino. Valorizar os interesses dos alunos, pautar-se em problemas que fazem parte do dia a dia do aluno, desenvolver trabalhos em grupo e de pesquisa são só algumas das dicas da especialista.

A educadora, que dirige um site voltado para a divulgação de projetos pedagógicos dinâmicos e ministra cursos de educação continuada para docentes, reconhece que existe um quadro de forte desvalorização do magistério, mas defende que a pior postura que o professor pode tomar é a de não interessar-se em proporcionar o melhor aprendizado possível ao aluno.

“É óbvio que os professores precisam ser bem remunerados e valorizados. Isso é indiscutível. Porém, não aceito discursos do tipo: “faço qualquer coisa, não sou paga para fazer melhor.” Assim, não há luta. Há comodismo”, comenta a educadora.

FOLHA DIRIGIDA - A senhora é autora do livro Projetos Pedagógicos Dinâmicos: a paixão de educar e o desafio de inovar. Gostaria que nos falasse, em linhas gerais, o que é fundamental para dinamizar um projeto pedagógico?Paty Fonte — A grande maioria das metodologias educacionais é ineficiente para ajudar o aluno a aprender e desenvolver novos talentos. Não se sabe ajudá-lo a alcançar o poder de pensar, de refletir, de criar com autonomia soluções para os problemas que enfrenta. Um projeto pedagógico surge das dúvidas e inquietações dos alunos e para dinamizá-lo é essencial atualizar fontes de informações e desenvolver novas competências em todas as áreas, trabalhando de forma interdisciplinar; desenvolver atitudes e valores para a convivência em grupo, com autonomia e cooperação; desenvolver novas habilidades para uma mesma profissão cujas atividades variam e se transformam rapidamente.

- Poderia nos apresentar alguns exemplos de estratégias simples e práticas para o professor dinamizar suas aulas, independente da disciplina em que atue?
Valorizar os interesses dos alunos assim como seus conhecimentos prévios. Buscar soluções para problemas reais oriundos da unidade escolar ou da comunidade onde estão inseridos. Trabalhar de forma inter e transdisciplinar. Desenvolver trabalhos em grupo e de pesquisa. Variar as propostas de atividades não reduzindo as aulas a explanação, cópias e livros didáticos, inserindo artes plásticas, cênicas, música e tecnologia. Ouvir as histórias de vida dos alunos sabendo suas reais necessidades. Realizar dinâmicas e vivências que permitam unir o grupo e levar crianças e jovens a refletirem através de debates onde possam argumentar e contra argumentar. Não oferecer respostas prontas, mas inquietar com perguntas.

- Hoje em dia, os educadores enfrentam vários desafios, como indisciplina em sala de aula, baixos salários, falta de infraestrutura, só para citar alguns. Adianta pensar em inovações e dinamização de projetos pedagógicos quando o professor enfrenta tantas limitações?
Sem dúvida que sim. É evidente que temos que lutar por todos os direitos, temos que garantir a melhor estrutura possível. É óbvio que os professores precisam ser bem remunerados e valorizados. Isso é indiscutível. Porém, não aceito discursos do tipo: “faço qualquer coisa, não sou paga para fazer melhor.” Assim, não há luta. Há comodismo. Tais falas e ações reforçam a desvalorização, passam a concretizar motivos de desrespeito e descrédito.

— O que é fundamental para inovar em um ambiente com tantas limitações para o professor?
Independente da metodologia, filosofia ou técnica de ensino vivemos na era da informação, do imediatismo, do consumismo, dos vícios, das famílias desestruturadas, da falta de valores, da correria, do stress. Paralelo a isso, hoje, para se conseguir um bom emprego, não basta ter cultura e conhecimento técnico. É preciso saber relacionar-se, respeitar as diferenças, argumentar na hora certa, saber ouvir e contra-argumentar, criar, inovar e sensibilizar. Da mesma forma que nós professores nos desmotivamos com poucos recursos e baixos salários os alunos se desmotivam com aulas pautadas em monólogos, cópias e decorebas. Precisamos aprender a lidar com essa nova geração, com o mundo atual e avançar. Isso implica em mudança de paradigmas, sobretudo implica em humildade. Por sermos professores não sabemos tudo, não temos receitas, não somos os donos da verdade. É preciso estar disposto a aprender tanto quanto a ensinar. É preciso a pesquisa, a observação, a reflexão. É fundamental o desejo de que a escola seja o verdadeiro espaço de aprendizagem.

- Os professores, de maneira geral, estão dispostos a buscar inovar suas práticas pedagógicas? Por que?
Percebo uma parcela de professores bem disposta, mas muitos ainda resistem. Aqueles que preferem parar no tempo, sem inovação, sem tentativa, sem ousadia, serão vencidos pelo cansaço de “dar murro em ponta de faca”. Serão tragados pelo infortúnio do passado que não retornará como um “passe de mágica.” Já os que lecionam por verdadeira vocação, aqueles que trabalham com paixão, sabem da grande influência que exercem nas novas gerações e da sua responsabilidade social. Por isso buscam constante aperfeiçoamento de sua práxis.

- Falta ao professor, às vezes, colocar-se no lugar do aluno, para buscar entender as dificuldades que ele tem e identificar a técnica mais correta?
Certamente. As dificuldades do cotidiano muitas vezes tornam os professores frios e mecanizam o processo ensino-aprendizagem. Por isso, acredito muito na formação continuada do docente como espaço para sanar dúvidas, refletir, debater, trocar experiências, aflorar sentimentos. Quando realizo este tipo trabalho faço os professores relembrarem sua infância e juventude e os resultados são bastante satisfatórios. Espera-se que o educador seja uma figura transformadora e acolhedora. Um amigo carinhoso que não impõe sua opinião, que respeita e valoriza cada história de vida.

- Em que segmento é mais difícil dinamizar as práticas educacionais: no ensino médio ou no ensino fundamental? Por que?
No ensino médio os professores encontram mais dificuldade em realizar um trabalho interdisciplinar além da preocupação excessiva em que os alunos passem no vestibular. Com isso, as aulas tornam-se mais tradicionais, fragmentadas e pautadas em decorebas.

- Muitos educadores afirmam que o currículo escolar, no Brasil, é extenso demais. Isso limita as possibilidades de o professor buscar formas inovadoras de ensinar? Por que?
Ao meu ver é exatamente ao contrário, pois ampliam-se as possibilidades de pesquisa e integração entre os conteúdos. O problema é a maneira de planejar e avaliar as aulas. Muitas vezes o professor tem receio em inovar crendo que o aluno não será capaz de aprender e acaba por não fomentar a busca pelo saber, não incentiva a reflexão, oferece respostas prontas e a sua forma de ver o mundo, engessando e massificando o ensino.

- Uma das principais inovações em relação ao ensino, nos últimos anos, é a questão da interdisciplinaridade, com a qual muitos professores ainda têm dificuldade. Por que é tão difícil ensinar de forma interdisciplinar?
Trabalhar com a interdisciplinaridade é mais difícil porque requer do professor uma gama maior de informações e de pesquisa. Ao entrelaçar os conteúdos e torná-los significativos também é preciso quebrar paradigmas, modificar a postura de detentor do conhecimento absoluto e estar disposto a aprender tanto quanto a ensinar, o que implica em humildade e ampla visão do mundo.

- O que deveria mudar na estrutura atual dos cursos de formação de professores no Brasil, de maneira geral, para que o profissional saísse do ensino superior melhor capacitado para trabalhar de forma mais inovadora em sala de aula?
Da mesma forma que defendo um ensino prático e dinâmico nas escolas acredito que deva ser assim também nas universidades. Tantos se formam repletos de teorias, porém não sabem colocá-las em prática. A teoria é vazia sem reflexão e sem prática.

- A falta de um ensino mais dinâmico e inovador é, a seu ver, uma das causas do abandono escolar? Por que?
Sim. A escola precisa fazer sentido, ser útil para a vida, ser um local prazeroso, de troca, de vivências positivas. O ensino dinâmico é aquele que atende aos interesses e necessidades dos seus alunos e inovador quando incentiva a busca constante de conhecimentos. Temos que mudar a realidade do baixo rendimento escolar, da evasão, da indisciplina e desmotivação por meio de uma prática refletida e ativa onde pensamento e ação estejam interligados.

- Por que é tão difícil para os estudantes de hoje, em especial os mais jovens, interessarem-se pelo trabalho pedagógico de estilo mais tradicional?
O mundo avança avassaladoramente. A humanidade nunca lidou com tantas informações e transformações. É inegável que os alunos do século XXI olham o mundo de outra maneira e agem de acordo com esse olhar rápido, colorido, mutável, inconstante. O ensino tradicional baseado na transmissão e acúmulo de informações - aquilo que Paulo Freire chamava de “educação bancária” — não condiz com a sociedade da informação, globalizada e multimídia.

Parcerias Especiais!

http://www.contosearte.com/

Virginia Maria Pereira da Rocha


http://www.pedagogiadascores.com.br/

Solange Depera Gelles



EU em ENTREVISTA- Educadores Multiplicadores!

Arquivo de POSTAGENS:

Mimo no BONIFRATI...



Usando a criatividade,
todo mundo pode pensar diferente.
Que 2 + 2 são dois patinhos.
E até detrás para frente.
Se permitir criar,
Tudo pode mudar.

Seja arte, escrita, música.
Receita, caminho, solução.
O que importa é pôr a mente para funcionar
e dar à luz a imaginação

Melhor ainda, se arriscar.
Tomar coragem e compartilhar.
Deixar vir ao mundo e ao mundo mostrar.

Nada que fica na gaveta,
pode trazer boas coisas para o planeta

Abra a sua caixa secreta.
E mergulhe na mente, a sua biblioteca.
Criar é concretizar ideias.

Linguagem Escrita!

"...a escrita deve ter significado para as crianças, uma necessidade intrínsica deve ser despertada. Nelas, a escrita deve ser incorporada a uma tarefa necessária e relevante para a vida. Só então poderemos estar certos de que ela se desenvolverá não como hábito de mão e dedos, mas como uma forma nova e complexa de linguagem".
Vygotsky.

Professores!

A arte torna o trabalho educativo interessante, atraente e sedutor. Para tornar os alunos mais sensíveis e despertá-los para um mundo novo de sensações, o talento e a flexibilidade do professor, da sua arte, dependerá o êxito da sua missão.

Alegria....alegria!

ALFABETIZAÇÃO

O processo de alfabetizar é apaixonante,
antes de tudo é um ato de amor,
coragem e persistência. Pelo simples e
talvez o mais gratificante fato
de permitir ao ser pensante a liberdade
de construção da sua própria história.






CONSULTE o IDEB 2014.É só clicar no selinho ou no link.Conte comigo!

SELINHOS 2012! Obrigada!

Da amiga Leila Bambino!

Glitter Photos
Ganhei da amiga Claudia! Obrigada.
Glitter Photos
Da amiga GISELA.Obrigada!
Da amiga Viviane,Obrigada!
SELINHO A RECEBER... selo4 Glitter Photos Glitter Photos
Selinho pra você!Glitter PhotosSelinho Amigo a todos os Parceiros do Blog "Educando Com Amor"...
Selinho Compartilhado
da Parceira BIA!
Espaço para Educação
Obrigada Amiga Gracita!
Obrigada Amiga Adriana!

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Torcedora FELIZ! Bom D +!

TORCEDORA APAIXONADA!

Vida Divina! Vida Cotidiana!

Kids
See full size image Imagem15 300x183 A ESCOLA DE ATENÇÃO ÀS DIFFERENÇAS

Orar...refletir...imagens que dizem!

ORAÇÃO pela Saúde:
Senhor Deus de amor,Pai de bondade,nós vos louvamos e agradecemospelo dom da vida,pelo amor com que cuidais de toda a criação.Vosso Filho Jesus Cristo,em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo,e que a saúde se difunda sobre a Terra.Amém.






Gratidão e Interação!